NOTA: CAMINHO VELHO DO OURO, CONGADO, JONGO, PATRIMÔNIO DA MEMÓRIA DA DIÁSPORA AFRICANA EM PIQUETE-SP:Resistência, Herança e Liberdade”. Reúne 100 Lugares de Memória do Tráfico Atlântico de Escravos e da História dos Africanos Escravizados no Brasil. Entre os inúmeros lugares Piquete-SP passa a estar contido em um itinerário de relevância Histórica, reconhecido pela comunidade internacional. Uma vez que o Núcleo Embrião de Itajubá (Arraial de Nossa Senhora da Soledade de Itajubá), localizava-se no território abrangido hoje pela cidade Marmelópolis-MG e Delfim Moreira-MG. Neste caso a entrada original a partir de Minas em direção a Paraty é pelo Alto da Serra, Garganta do Sapucaí, Desfiladeiro de Itajubá, Meia-Lua, Boa Vista, Estrada Rel: Lugares de Memória no Contexto: 1)Trabalho e Cotidiano 1.1 - Caminho do Ouro - 1.2 Estrada Real (Paraty –RJ) 2) Patrimônio imaterial - 2.2 Congado (MG, RJ, SP)- 2.3 Jongo (RJ, SP, MG, ES)(grifos meus)
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Caminho do Ouro - Estrada Real (Paraty-RJ)
5. Trabalho e Cotidiano
O cotidiano no período colonial e ao longo do século XIX foi marcado pela presença de africanos, de diferentes procedências, nas mais diversas regiões e atividades. Há registros de seu movimento nos inúmeros locais de trabalho das cidades, das minas de ouro e das fazendas. Sua atuação estendia-se pelas estradas, praças, feiras, mercados públicos e, até mesmo, em uma das poucas indústrias existentes no país, a Fábrica de Ferro Ipanema. Nesses locais de trabalho, criaram possibilidades de transformação da própria escravidão. (Fonte: http://www.labhoi.uff.br/node/1507)
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Caminho do Ouro - Estrada Real (Paraty-RJ)
5. Trabalho e Cotidiano
O cotidiano no período colonial e ao longo do século XIX foi marcado pela presença de africanos, de diferentes procedências, nas mais diversas regiões e atividades. Há registros de seu movimento nos inúmeros locais de trabalho das cidades, das minas de ouro e das fazendas. Sua atuação estendia-se pelas estradas, praças, feiras, mercados públicos e, até mesmo, em uma das poucas indústrias existentes no país, a Fábrica de Ferro Ipanema. Nesses locais de trabalho, criaram possibilidades de transformação da própria escravidão. (Fonte: http://www.labhoi.uff.br/node/1507)
Via Registro (Piquete-SP)
