Cronologia do bandeirismo de preação
1557 - Os espanhóis edificam Ciudad Real, próximo à
foz do Piquiri, no Paraná.
1562 - João Ramalho ataca as tribos do rio Paraíba, enquanto os jesuítas ajudam a dissolver a Confederação dos Tamoios.
1576 - Os espanhóis fundam Vila Rica, na mugem esquerda do rio Ivaí.
1579 - Jerônimo Leitão ataca as aldeias das margens do Anhembi (Tietê).
1594-1599 - Afonso Sardinha e João do Prado investem contra as tribos do Jeticaí.
1595 - Uma carta régia proíbe a escravização dos indígenas.
1597 - Martim Correia de Sá parte do Rio de Janeiro e chega ao rio Sapucaí ou Verde.
1562 - João Ramalho ataca as tribos do rio Paraíba, enquanto os jesuítas ajudam a dissolver a Confederação dos Tamoios.
1576 - Os espanhóis fundam Vila Rica, na mugem esquerda do rio Ivaí.
1579 - Jerônimo Leitão ataca as aldeias das margens do Anhembi (Tietê).
1594-1599 - Afonso Sardinha e João do Prado investem contra as tribos do Jeticaí.
1595 - Uma carta régia proíbe a escravização dos indígenas.
1597 - Martim Correia de Sá parte do Rio de Janeiro e chega ao rio Sapucaí ou Verde.
1602 - Nicolau Barreto percorre os sertões
do Paraná, Paraguai e Bolívia, atingindo as nascentes do rio
Pilcomayu.
1606 - Manuel Preto segue rumo ao sul, à frente de uma bandeira.
1607 - Outra expedição, dessa vez chefiada por Belchior Dias Carneiro, dirige-se para o sul do Brasil.
1610 - Jesuítas castelhanos fundam os povoados de Santo Inácio é Loreto, na margem esquerda do Paranapanema.
1619 - Manuel Preto ataca aldeias de Jesus, Maria e Santo Inácio (província do Guairá)
1606 - Manuel Preto segue rumo ao sul, à frente de uma bandeira.
1607 - Outra expedição, dessa vez chefiada por Belchior Dias Carneiro, dirige-se para o sul do Brasil.
1610 - Jesuítas castelhanos fundam os povoados de Santo Inácio é Loreto, na margem esquerda do Paranapanema.
1619 - Manuel Preto ataca aldeias de Jesus, Maria e Santo Inácio (província do Guairá)
1620 - Os jesuítas iniciam o povoamento do atual
Rio Grande do Sul, com duas administrações: a província
do Tape, com seis "povos", e a do Uruguai, com dez reduções.
1623-1630 - Onze aldeias compõem a província do Guairá,
limitada pelos rios Paranapanema, Itararé, Iguaçu e Paraná
(margem esquerda).
1626 - Surge a província do Paraná, com sete reduções, entre os rios Paraná e Uruguai.
1628 - Manuel Preto e Antônio Raposo Tavares destroem as reduções do Guairá, em várias campanhas que terminam em
1631 - Os jesuítas criam a província do Itatim a sudeste do atual Mato Grosso.
1633 - Antonio Raposo Tavares inicia a invasão do atual Rio Grande do Sul.
1639 - A Espanha concede permissão para que os índios se armem.
1640 - Os jesuítas são expulsos de São Paulo.
1648 - Uma expedição chefiada por Raposo Tavares percorre as regiões de Mato Grosso, Bolívia, Peru (chegando ao Pacífico) e Amazônia, retomando a São Paulo em 1652.
1661 - Fernão Dias Pais atravessa os sertões do sul até a serra de Apucarana.
1670 - Bartolomeu Bueno de Siqueira atinge Goiás.
1671-1674 - Estêvão Ribeiro Baião Parente e Brás Rodrigues de Arzão cruzam o sertão nordestino.
1671 - Domingos Jorge Velho chefia uma expedição ao Piauí.
1673 - Manuel Dias da Silva, o "Bixira", atinge Santa Fé, nas missões paraguaias.
Manuel de Campos Bicudo percorre terras entre as bacias platina e amazônica. Em Goiás, encontra-se com Bartolomeu Bueno da Silva.
1675 - Francisco Pedroso Xavier destrói Vila Rica del Espíritu Santo (a sessenta léguas de Assunção).
1689 - Manuel Álvares de Moraes Navarro combate tribos do São Francisco e chega ao Ceará e ao Rio Grande do Norte. - Convocado pelo governo-geral, Matias Cardoso de Almeida enfrenta os "índios bravos" do Ceará e do Rio Grande do Norte em sucessivas campanhas que terminam em 1694.
1626 - Surge a província do Paraná, com sete reduções, entre os rios Paraná e Uruguai.
1628 - Manuel Preto e Antônio Raposo Tavares destroem as reduções do Guairá, em várias campanhas que terminam em
1631 - Os jesuítas criam a província do Itatim a sudeste do atual Mato Grosso.
1633 - Antonio Raposo Tavares inicia a invasão do atual Rio Grande do Sul.
1639 - A Espanha concede permissão para que os índios se armem.
1640 - Os jesuítas são expulsos de São Paulo.
1648 - Uma expedição chefiada por Raposo Tavares percorre as regiões de Mato Grosso, Bolívia, Peru (chegando ao Pacífico) e Amazônia, retomando a São Paulo em 1652.
1661 - Fernão Dias Pais atravessa os sertões do sul até a serra de Apucarana.
1670 - Bartolomeu Bueno de Siqueira atinge Goiás.
1671-1674 - Estêvão Ribeiro Baião Parente e Brás Rodrigues de Arzão cruzam o sertão nordestino.
1671 - Domingos Jorge Velho chefia uma expedição ao Piauí.
1673 - Manuel Dias da Silva, o "Bixira", atinge Santa Fé, nas missões paraguaias.
Manuel de Campos Bicudo percorre terras entre as bacias platina e amazônica. Em Goiás, encontra-se com Bartolomeu Bueno da Silva.
1675 - Francisco Pedroso Xavier destrói Vila Rica del Espíritu Santo (a sessenta léguas de Assunção).
1689 - Manuel Álvares de Moraes Navarro combate tribos do São Francisco e chega ao Ceará e ao Rio Grande do Norte. - Convocado pelo governo-geral, Matias Cardoso de Almeida enfrenta os "índios bravos" do Ceará e do Rio Grande do Norte em sucessivas campanhas que terminam em 1694.
Fonte: http://migre.me/63wTS
Fonte: (2) As primeiras Bandeiras http://migre.me/63z6e
Nota: "Quando governador do Brasil entre 1591 e 1601. D.
Francisco de Souza dedicou-se com afinco à busca de metais e pedras
preciosas, devidamente estimulada pela lenda Tupiniquim de Itaberaba-açu,
uma serra resplandecente que, para muitos, localizava-se nas cabeceiras
do rio São Francisco".(1)
Por conseguinte, em "1597, Martim Correa de Sá parte do Rio de Janeiro e chega ao rio Sapucaí ou Verde".
O então Governador D. Francisco que armou três expedições que, sairam simultaneamente, uma delas com destino ao São Francisco, chefiada por João Pereira de Souza Botafogo, entrou pelo Vale do Paraiba, atravessando a serra da Mantiqueira.
Consequentemente as expedições mandadas por D. Francisco com destino ao Sabaraçu, invariavelmente, entraram pelo Vale do Paraiba. Considerando que, a Bandeira de João Pereira de Souza Botafogo, tenha entrado pela Garganta do Embaú, o mesmo não se pode dizer da Bandeira de Martim Correia de Sá, que chegou ao rio Sapucai ou Verde. A assertiva encontra fundamento nas evidências geográficas, dos relatos de Grymmer quando da expedição de Andre de Leão de 1601, possibilitanto afirmar que, em demanda do Sapucai ou Verde, à partir do Vale do Paraiba, o caminho lógico, era através da Monte ao qual se refere Grymmer, ou seja, a Garganta do Meia Lua. Haja vista que, não fosse sua importância ou relevância, não viria a se transformar na Estrada Real que ligava Guaratinguetá a São João Del Rei, bem como no espaço em que se instalou o Registro de Itajubá e as barreiras de Piquetes. Sendo certo que; "D. Francisco de Sousa patrocinou as bandeiras de André de Leão (1601)"(2)
Obs: 1597 - Martim Correia de Sá parte do Rio de Janeiro e chega ao rio Sapucaí ou Verde. Nesta direção, para se chegar ao rio Sapucai, o caminho regularmente percorrido, era via Alto da Serra, Garganta do Sapucai, desfiladeiro de Itajubá, caminho dos paulistas, espaço colonial de Piquete-SP, onde mais tarde deu-se a instalação do registro de Itajubá. Não devemos deslembrar que Anthony Knivet estava nessa expedição, ainda como verdadeiro escravo, bem como transitou por esse caminho por mais de uma vez, trazendo relatos detalhados, entre outros do caminho do mares do Sul, uma delas inclusive, a serviço do então 7.º governador Geral do Brasil Don Francisco de Souza. Fernão Dias percorreu esse caminho, quando então faz relato do conflito havido, quando da travessia do Rio Sapucai. Andre de Leão também percorreu essa rota. Que objetivava seguir em busca do Sertão, transpondo a Mantiqueira pela Garganta do Embaú, passando pelo Núcleo Embrião de Piquete, seguia pelo Vale do Embaú, até a vila de Conceição do Embau, e posteriormente transpunha a Serra pela Garganta do mesmo, onde fora instalado o Registro da Mantiqueira, seguindo em demanda do Rio Verde. Portanto estamos falando de caminhos distintos, cujo objetivo era alcançar as cabeceira do Rio São Francisco, região do Sabaraçu, caminho de Pitangui, caminho da Bahia, ou existe dúvida quando a denominação do caminho dos paulistas como Caminho Geral do Sertão.
Fonte: (1) A riqueza do sertão http://migre.me/63xN7Obs: 1597 - Martim Correia de Sá parte do Rio de Janeiro e chega ao rio Sapucaí ou Verde. Nesta direção, para se chegar ao rio Sapucai, o caminho regularmente percorrido, era via Alto da Serra, Garganta do Sapucai, desfiladeiro de Itajubá, caminho dos paulistas, espaço colonial de Piquete-SP, onde mais tarde deu-se a instalação do registro de Itajubá. Não devemos deslembrar que Anthony Knivet estava nessa expedição, ainda como verdadeiro escravo, bem como transitou por esse caminho por mais de uma vez, trazendo relatos detalhados, entre outros do caminho do mares do Sul, uma delas inclusive, a serviço do então 7.º governador Geral do Brasil Don Francisco de Souza. Fernão Dias percorreu esse caminho, quando então faz relato do conflito havido, quando da travessia do Rio Sapucai. Andre de Leão também percorreu essa rota. Que objetivava seguir em busca do Sertão, transpondo a Mantiqueira pela Garganta do Embaú, passando pelo Núcleo Embrião de Piquete, seguia pelo Vale do Embaú, até a vila de Conceição do Embau, e posteriormente transpunha a Serra pela Garganta do mesmo, onde fora instalado o Registro da Mantiqueira, seguindo em demanda do Rio Verde. Portanto estamos falando de caminhos distintos, cujo objetivo era alcançar as cabeceira do Rio São Francisco, região do Sabaraçu, caminho de Pitangui, caminho da Bahia, ou existe dúvida quando a denominação do caminho dos paulistas como Caminho Geral do Sertão.
Fonte: (2) As primeiras Bandeiras http://migre.me/63z6e
