segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Itajubá

Topônimo

"Itajubá" é uma palavra tupi que significa "braço de pedra", através da junção dos termos itá ("pedra") e îybá ("braço")[5]. É uma referência à Cachoeira de Itagybá, que se localiza no município próximo de Delfim Moreira.

História

Primórdios

O povoamento da região de Itajubá começou em fins do século XVII, quando Borba Gato e outros bandeirantes descobriram ouro na região. O apetite dos bandeirantes por ouro e pedras preciosas levou à formação de diversos povoados no sul do atual estado de Minas Gerais. Entre os bandeirantes, estava Miguel Garcia Velho, fundador da primitiva Itajubá. Garcia Velho, durante a corrida às pedras preciosas, descobriu as Minas de Nossa Senhora da Soledade de Itagybá, hoje cidade e município de Delfim Moreira, núcleo inicial da atual cidade de Itajubá. O povoado chamou-se Soledade de Itajibá. Em 1703, nas imediações de Passa Quatro, Miguel seguiu pelos vales de Bocaina, afastando-se, pois, da rota já trilhada por outros exploradores, a qual ia dar no Rio Verde e em Baependi. Transpôs a Serra dos Marins e o Planalto do Capivari, no qual descobriu ouro em pequena quantidade. No Córrego Alegre e nas águas do Rio Tabuão, encontrou maiores indícios de ouro. Pretendia alcançar a Serra de Cubatão, mas a Mina do Itajibá foi a que mais o seduziu e onde permaneceu por mais tempo, dando início ao povoado.

Declínio do Ouro

O garimpo nas minas de Itajibá foi efêmero. As catas e as gupiaras não compensavam o trabalho e não correspondiam à sede de riquezas de Miguel Garcia Velho e seus companheiros. Os bandeirantes se retiraram, e quem ficou no povoado tratou de se arranjar com a agricultura e a pecuária. Povo laborioso, mas de minguados recursos, o arraial em desfavorável localização, e a Soledade do Itajibá não prosperou. E a história da nova cidade de Itajubá começou na Soledade do Itajibá do sargento-mor Miguel Garcia Velho.
A freguesia de Nossa Senhora da Soledade de Itajubá (atual cidade e município de Delfim Moreira), já nos meados do século XVIII, se encontrava sobremaneira abalada em seus recursos econômicos e sua vida social com a paralisação das atividades auríferas. Os aventureiros que, depois de Garcia Velho, lá estiveram, logo abandonaram aquelas minas. Os poucos habitantes do povoado, desde então, nem mais pensavam em ouro, que já não dava pão e comida a ninguém, de tão raro que ficou.
Fonte: http://migre.me/7dtzn 
Nota: Parafraseando,  em busca de uma construção analógica coerente. O povoamento da região de Itajubá não começou em fins do século XVII, terras essas desbravada em 1692 pelo padre João de Faria Fialho e seus parentes? Que  da vila de Guaratinguetá, tomando a estrada real do sertão dez dias de jornada para parte norte sobre o monte de Amantiquira, quadrilheyra do mesmo Sapucahy, achou o padre vigário e o capitão Manoel Borba Gato e Pedro de Avos, vários ribeiros com pinta de ouro? Desta feita é possível entender que não se trata de uma outra trilha, mas da mesma trilha percorrida pelo Vigário João de Faria em 1692.Aliás Historiadores renomados possibilitam afirmar que a expedição de Andre de Leão de 1601, entrou por esse Rota encontrando ouro na em Santa Ana, atual Silvianóplis. Em definitivo,  por uma questão de orientação geográfica, não há que se falar em transposição da Serra dos Marins nas imediações de Passa Quarto, terras Altas da Mantiqueira? Uma vez que, em se tratando de transposição  das cinco Serras Altas, do Roteiro de Andre João Antonil de 1711, somente é possível via Piquete. Sendo certo que esses caminhos encontram-se exatamente traz os Montes, ou seja,  Sobre o monte de Amantiqueira, quadrilheyra do mesmo Sapucahy,istó é, Alto Sapucaí e Rio Verte. 
Obs: ANTÔNIO GONÇALVES VIANA: Cunhado do Padre João de Faria Fialho, junto com ele, Borba Gato e Pedro de Avos fez uma entrada , achando nos tabuleiros do Rio Grande, rio das Mortes e Sapucaí numerosos corregos auríferos, segundo deu notícia em carta escrita no Rio de Janeiro em 29 de julho de 1694.(Fonte: http://migre.me/7dJjA)

GUIA DA UNESCO - Una guía para la administración de sitios e itinerarios de memoria.

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