Topônimo
"Itajubá" é uma palavra tupi que significa "braço de pedra", através da junção dos termos itá ("pedra") e îybá ("braço")[5]. É uma referência à Cachoeira de Itagybá, que se localiza no município próximo de Delfim Moreira.
História
Primórdios
O povoamento da região de Itajubá começou em fins do século XVII, quando Borba Gato e outros bandeirantes
descobriram ouro na região. O apetite dos bandeirantes por ouro e
pedras preciosas levou à formação de diversos povoados no sul do atual
estado de Minas Gerais. Entre os bandeirantes, estava Miguel Garcia Velho,
fundador da primitiva Itajubá. Garcia Velho, durante a corrida às
pedras preciosas, descobriu as Minas de Nossa Senhora da Soledade de
Itagybá, hoje cidade e município de Delfim Moreira, núcleo inicial da atual cidade de Itajubá. O povoado chamou-se Soledade de Itajibá. Em 1703, nas imediações de Passa Quatro,
Miguel seguiu pelos vales de Bocaina, afastando-se, pois, da rota já
trilhada por outros exploradores, a qual ia dar no Rio Verde e em Baependi.
Transpôs a Serra dos Marins e o Planalto do Capivari, no qual descobriu
ouro em pequena quantidade. No Córrego Alegre e nas águas do Rio
Tabuão, encontrou maiores indícios de ouro. Pretendia alcançar a Serra
de Cubatão, mas a Mina do Itajibá foi a que mais o seduziu e onde
permaneceu por mais tempo, dando início ao povoado.
Declínio do Ouro
O garimpo nas minas de Itajibá foi efêmero. As catas e as gupiaras
não compensavam o trabalho e não correspondiam à sede de riquezas de
Miguel Garcia Velho e seus companheiros. Os bandeirantes se retiraram, e quem ficou no povoado tratou de se arranjar com a agricultura e a pecuária. Povo laborioso, mas de minguados recursos, o arraial
em desfavorável localização, e a Soledade do Itajibá não prosperou. E a
história da nova cidade de Itajubá começou na Soledade do Itajibá do
sargento-mor Miguel Garcia Velho.
A freguesia de Nossa Senhora da Soledade de Itajubá (atual cidade e município de Delfim Moreira),
já nos meados do século XVIII, se encontrava sobremaneira abalada em
seus recursos econômicos e sua vida social com a paralisação das
atividades auríferas. Os aventureiros que, depois de Garcia Velho, lá
estiveram, logo abandonaram aquelas minas. Os poucos habitantes do povoado, desde então, nem mais pensavam em ouro, que já não dava pão e comida a ninguém, de tão raro que ficou.
Fonte: http://migre.me/7dtzn
Nota: Parafraseando, em busca de uma construção analógica coerente. O
povoamento da região de Itajubá não começou em fins do século XVII, terras essas
desbravada em 1692 pelo padre João de Faria Fialho e seus parentes? Que da vila de Guaratinguetá, tomando a estrada
real do sertão dez dias de jornada para parte norte sobre o monte de
Amantiquira, quadrilheyra do mesmo Sapucahy, achou o padre vigário e o capitão
Manoel Borba Gato e Pedro de Avos, vários ribeiros com pinta de
ouro? Desta feita é possível entender que não se trata de uma outra trilha, mas da
mesma trilha percorrida pelo Vigário João de Faria em 1692.Aliás Historiadores renomados possibilitam afirmar que a expedição de Andre de Leão de 1601, entrou por esse Rota encontrando ouro na em Santa Ana, atual Silvianóplis. Em
definitivo, por uma questão de
orientação geográfica, não há que se falar em transposição da Serra dos Marins
nas imediações de Passa Quarto, terras Altas da Mantiqueira? Uma vez que, em se
tratando de transposição das cinco
Serras Altas, do Roteiro de Andre João Antonil de 1711, somente é possível via
Piquete. Sendo certo que esses caminhos encontram-se exatamente traz os Montes,
ou seja, Sobre o monte de Amantiqueira,
quadrilheyra do mesmo Sapucahy,istó é, Alto
Sapucaí e Rio Verte.
Obs: ANTÔNIO GONÇALVES VIANA: Cunhado do Padre João de Faria Fialho, junto com ele, Borba Gato e Pedro de Avos fez uma entrada , achando nos tabuleiros do Rio Grande, rio das Mortes e Sapucaí numerosos corregos auríferos, segundo deu notícia em carta escrita no Rio de Janeiro em 29 de julho de 1694.(Fonte: http://migre.me/7dJjA)
Obs: ANTÔNIO GONÇALVES VIANA: Cunhado do Padre João de Faria Fialho, junto com ele, Borba Gato e Pedro de Avos fez uma entrada , achando nos tabuleiros do Rio Grande, rio das Mortes e Sapucaí numerosos corregos auríferos, segundo deu notícia em carta escrita no Rio de Janeiro em 29 de julho de 1694.(Fonte: http://migre.me/7dJjA)